O amor, em sua mais simples essência, pode assumir infinitas formas. É um sentimento de entrega, liberdade e pureza. Amar com todo o coração pode ser uma experiência maravilhosa, mas também dolorosa, pois exige sinceridade e liberdade, sem amarras ou convenções impostas pela sociedade.
Nem tudo, porém, é um mar de rosas. Muitos encontram dificuldade em distinguir onde o amor termina e a obsessão começa. Há aqueles que fazem sacrifícios por amor sem saber se são correspondidos. Outros confundem o medo da solidão com o próprio sentimento amoroso.
O verdadeiro amor não aprisiona. Amar sozinho, amar em dupla, em trio... por que não? O amor é universal. Invade nossos corpos e transforma nossas vidas. Quando não sabemos amar, ele sufoca. Afinal, amar é também aprender a transbordar de si mesmo, primeiro por você, depois pelo mundo.
Por isso, simplesmente ame.
Organização: Isa Miranda
Revisão e Adaptação: Fabiana Prieto e Marcelo Delpkin