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rnRamón chegava em casa chorando. Decide abrir o jogo para sua mãe.rnrnJulianne: O que foi menino?rnrnRamón: (chorando) Chega mãe, eu não aguento mais. Eu tenho que falar para a senhora uma coisa que estar engasgada aqui há anos.rnrnJulianne: Fala logo menino.rnrnRamon suspirava fundo e criava coragem. Ele sabia as consequências que podia sofrer. Mas ele não estava ligando, ele queria desabafar.rnrnRamon: (chorando) Mãe eu sou gay! Eu não gosto de meninas e sim de meninos...rnrnA Julianne ficou por algum tempo em silencio, mas logo se recuperou. Ela não acreditava no que ouvia. A vontade dela era de abraça o filho e dizer “Meu filho eu te amo. E te apoiarei em tudo.”, mas o preconceito foi maior do que o amor de mãe, talvez por medo, do que o marido pudesse dizer, ela rejeita Ramón.rnrnJulianne: Vai embora daqui...rnrnRamón: (chorando) Eu poderia espera essa reação de qualquer um, menos de você mãe. Eu vou sim! Pode deixar que a vergonha da família, está indo embora. Ah, certa vez a senhora e disse que eu era uma vergonha. Agora sou eu que digo: A senhora pra mim é a maior vergonha e decepção.rnrnJulianne: Vai embora daqui, sua aberração!rnrnJulianne puxa Ramón pelos braços e o joga no meio da rua. Onde todos os moradores começa ridicularizá-lo.rnrnMoradores: Vai embora peste! Aqui não é lugar de biba não.rnrnJulianne: Vai embora e nunca mais se atreva a voltar aqui!rnrnKarine: É isso mesmo.rnrnDe repente uma multidão começa correr atrás de Ramón e ele era apedrejado.rnrnDiogo chegava perto de Karine.rnrnDiogo: O que foi isso?rnrnKarine: Mamãe expulso o Ramón de casa. Agora ele tá sendo “apredajado”.rnrnDiogo: É apedrejado e não “apredajado”. Que ruindade!rnrnKarine: Quem mandou gostar de outra coisa. Era pra ele ir pra guilhotina, até a cabeça arrancada igual aquela bruxa a Joana D'Arc.rnrnDiogo: Meu Deus! Quem teve a cabeça cortada foi a Maria Antonieta. E a Joana D’Arc foi queimada na fogueira.rnrnKarine: O importante é que teve comunicação. Você entendeu o que eu disse, é o que importa.rn***
rnÂngela chegava à sala da diretora Socorro.rnrnÂngela: Diretora Socorro!rnrnDiretora Socorro: Ângela, entre querida.rnrnÂngela: Tenha uma pessoa que, quero que vaja!rnrnDiretora Socorro: Quem?rnrnÂngela: Pode entrar...rnrnStella entrava totalmente emocionada e Socorro gritava de emoção.rnrnDiretora Socorro: Meu Deus! Como pode?rnrnÂngela: Nós não sabemos direito. Mas que estava por trás disso era: Germana, Nicolle e Andréa. Elas trancafiaram Stella aqui no sótão.rnrnDiretora Socorro: Aqui no orfanato? E elas todas as semanas estavam aqui e eu não percebia nada.rnrnStella: Nós se vingamos tia Socorro!rnrnÂngela: Mas ainda não acabou. Eu ainda vou acerta minhas contas com a Germana!rnrnDiretora Socorro: Não, Ângela! Você não pode fazer...rnrnÂngela: Por que eu não posso?rnrnDiretora Socorro: Você não pode acabar com a vida da mãe adotiva da sua filha.rnFim do Capitulo 17.