Widcyber
👁 1
Tamanho 18
Fonte
Tema
0% lido
Nostalgia
Capítulo 49 de 49
Edição 49
✍️ Débora Costa ·📅 31 May. 2020 ·👁 1 leituras

Oooooiii espero que esteja bem, e se não tiver, vem comigo para se distrair um pouco! Hoje um ator muito querido está fazendo 90 anos! Estou falando da lenda viva: Clint Eastwood, vem comigo relembrar, ou conhecer, uma trilogia que eu AMO! Roda a vinheta!nnnnnA trilogia dos dólares protagonizada por Clint Eastwood e dirigida pelo italiano Sergio Leone, o "papa" do gênero weste

, foi um marco na carreira de ambos ao introduzir para o público o clássico herói do bang-bang sem nome interpretado pelo ator além de trazer um outro status para o gênero.nTrajando uma identificável manta por cima da camisa, sempre com um cigarro no canto da boca e movimentações mínimas em cena, Eastwood esteve em três diferentes filmes como um personagem e em cada um deles recebeu um nome diferente (Joe, Monco e Blondie). Esporadicamente estabelecendo alguma conexão entre os três filmes, a trilogia dos dólares não precisa ser acompanhada na sua ordem cronológica nem possui a ambiciosa narrativa seriada como a alguns longas hoje em dia, mas é interessante entender algumas das marcas que lhe confere uma unidade.nnnPor um Punhado de Dólares é o primeiro filme da trilogia tendo sido lançado em 1964. Apresenta Eastwood como um andarilho que se instala numa cidadezinha habitada eminentemente por mexicanos. Lá dois grupos de criminosos rivais disputam o controle e o personagem de Eastwood começa a manipulá-los até o ponto em que passa a ser alvo de ambos. É um filme que estabelece as bases da parceria do diretor com o ator, portanto, naturalmente de ambições reduzidas no tratamento da sua história, se restringindo à oferta de uma narrativa que acompanha a trajetória do herói relutante interpretado pelo astro, mas ainda assim trazendo lampejos da ambição estética do projeto. Repleto de recursos que se to

aram assinatura no gênero, como as cenas de duelo marcadas pelo silêncio do cenário deserto e dos planos que registram com atenção partes dos corpos das personagens como olhos e mãos, Por um Punhado de Dólares é uma ótima introdução ao universo, especialmente para iniciantes.nnnnO segundo longa da trilogia, Por uns Dólares a Mais estreou em 1965. No centro da sua narrativa está mais uma vez o personagem de Eastwood. Desta vez, o caçador de recompensas está atrás de um perigoso bandido recém fugitivo da cadeia conhecido como Indio. Atrás dele também está o coronel Douglas Mortimer, também habilidoso com pistolas e igualmente interessado na captura do ladrão de bancos. Em Por uns Dólares a Mais vemos o personagem de Eastwood agir em dupla, no caso em questão o coronel Mortimer interpretado por Lee Van Cleef, ator que reto

aria no terceiro filme. O que to

a o segundo longa um pouco superior ao primeiro é a dinâmica que estabelece entre a dupla central e a posterior tensão quando ambos se infiltram no bando de Indio. Diferente do anterior, Leone insere um drama familiar com o personagem de Van Cleef conferindo uma outra possibilidade de comunicação do projeto com seu público, a via da emoção.nnnnnAgora o meu filme favorito da trilogia. No terceiro e último momento do projeto, Leone eleva seu trabalho ao nível da obra-prima com Três Homens em Conflito, trazendo Eastwood como "Blondie", ou como foi denominado nas cópias brasileiras "Loirinho". O ator dividia o protagonismo das telas com Lee Van Cleef, que desta vez reto

ava como o vilão "Olhos de Anjo", e Eli Wallach, que vivia o trapaceiro Tuco numa performance instantaneamente carismática. A trilha de Enio Morricone, que reto

a depois de Por uns Dólares a Mais, e o contexto da guerra civil americana servem como ponte para a construção de uma narrativa potente sobre a busca de alguns sacos de moedas de ouro na cova de um cemitério. Leone é co-autor de um roteiro exemplar que consegue apresentar muito bem suas três personagens (o bom, o mau e o feio do título original) e equilibrar sua história entre os seus diversos focos de atenção, além de trazer os acontecimentos históricos à serviço de sua crescente ascensão dramática num desfecho que é o clímax da trilogia e, definitivamente, seu melhor capítulo.nnnnnnnComo já dito antes, a trilha sonora desse filme é top demais! Separei duas músicas para você.nnnnnnE o Nostalgia vai ficando aqui aqui! Espero que tenha gostado, até o próximo Domingo, Deus abençoe, #ficaemcasa, Beijinhos.nn

← Capítulo anterior
Edição 48
← anterior
Índice de capítulos
Ver obra completa →
Cap. 1 Edição 1 Cap. 2 Edição 2 Cap. 3 Edição 3 Cap. 4 Edição 4 Cap. 5 Edição 5 Cap. 6 Edição 6 Cap. 7 Edição 7 Cap. 8 Episódio 8 Cap. 9 Edição 9 Cap. 10 Edição 10 Cap. 11 Edição 11 Cap. 12 Edição 12 Cap. 13 Edição 13 Cap. 14 Edição 14 Cap. 15 Edição 15 Cap. 16 Edição 16 Cap. 17 Episódio 17 Cap. 18 Episódio 18 Cap. 19 Edição 19 Cap. 20 Edição 20 Cap. 21 Edição 21 Cap. 22 Edição 22 Cap. 23 Edição 23 Cap. 24 Edição 24 Cap. 25 Edição 25 Cap. 26 Edição 26 Cap. 27 Edição 34 Cap. 28 Edição 28 Cap. 29 Edição 36 Cap. 30 Edição 30 Cap. 31 Edição 40 Cap. 32 Edição 32 Cap. 33 Edição 42 Cap. 34 Edição 34 Cap. 35 Edição 35 Cap. 36 Edição 36 Cap. 37 Edição 46 Cap. 38 Edição 47 Cap. 39 Edição 39 Cap. 40 Edição 40 Cap. 41 Edição 41 Cap. 42 Edição 42 Cap. 43 Edição 43 Cap. 44 Edição 44 Cap. 45 Edição 45 Cap. 46 Edição 46 Cap. 47 Edição 47 Cap. 48 Edição 48 Cap. 49 Edição 49
Comentários do capítulo
Faça login para comentar