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Capítulo 5 de 32
Capítulo 5
✍️ Tales D. ·📅 29 Jan. 2020 ·👁 0 leituras
CENA 1/ EXTERIOR/ NOITE          Sonoplastia: Quem de nós dois (Ana Carolina)          Takes do Rio de Janeiro e da orla da Praia de Copacabana pouco movimentada, ocupada principalmente por casais, tarde na noite.          Camila caminha pelo calçadão, triste por não ter conseguido entregar a música pra Laerte. Ela para, senta num banco e fica a olhar o mar. Alguém chega por trás e tapa seus olhos. Ela se assusta e tira as mãos do desconhecido do seu rosto e vê que é Bruno. Continua o áudio um volume baixo.          CAMILA – Que susto garoto!          BRUNO – (ri e senta ao lado dela) Por que sempre acontece da gente se encontrar do nada?          CAMILA – Não sei... Será o destino? (ri) Tá fazendo o que por aqui, a essa hora?          BRUNO – Tava tocando aqui pela praia. Consegui bastante gorjeta hoje.          CAMILA – Que coisa boa...          Eles se olham, chegam mais perto um do outro, Camila apoia a cabeça no ombro dele e os dois contemplam o mar.          BRUNO – (cantarolando) Quantos risos misturei ao som das águas, quantas lagrimas de amor molhei no mar...          CAMILA – Arnaldo Antunes...          BRUNO – Acertou! (olha no rosto dela) Você parece meio triste.          CAMILA – Tô mesmo...          BRUNO – Será que meu beijo resolve?          CAMILA - Acho que ajuda...          Eles se beijam carinhosamente por quase um minuto. Muito romance.          BRUNO – Mas me conta, o que aconteceu.          CAMILA – Tava no show da Giselle Rios.          BRUNO – (surpreso) Nunca imaginei que curtia o som dela...          CAMILA – Na verdade, não... Mas o pai dela, o empresário, tá procurando uma cantora nova, ai tentei entregar a nossa música pra ele.          BRUNO – (se afasta um pouco) Pera aí, você gravou? Nossa música? Nem me falou nada...          CAMILA – Desculpa... Eu sei que eu devia ter te falado. Mas eu não podia perder essa oportunidade.          BRUNO – E não passou pela sua cabeça que eu poderia não deixar? Porque a música e minha também...          CAMILA – Nossa. Sério?          BRUNO – (ri) Tô brincando... Mas é que eu não curto essa ideia de ficar famoso, e tal.          CAMILA – Isso é o meu sonho! Ficar famosa com meu trabalho, com minha arte.          BRUNO – Eu não penso nisso... Prefiro minha vida simples e anônima...          CAMILA – É... Nossa maior diferença.          Eles se olham por instantes. Camila se levanta.          CAMILA – Me acompanha até em casa?          BRUNO – (se levanta) Claro! Preciso retribuir isso.          CAMILA – Mas não pense que vai dormir comigo de novo não.          BRUNO – Poxa...Já tava animado!          Os dois caminham sorrindo. Aumenta o volume do áudio.          CORTA PARA/ CENA 2/ EXTERIOR/ DIA          Continua áudio da cena 1. Amanhece na cidade maravilhosa. Imagens de um domingo ensolarado no Rio de Janeiro. Logo após, plano geral na Mansão Rios.          CORTE RÁPIDO PARA/ CENA 3/ INTERIOR/ DIA/ MANSÃO RIOS/ SALA DE ESTAR          Giselle sentada no sofá com um notebook no colo, lendo um portal de notícias. Ana Alice do outro lado em uma poltrona.          GISELLE – (lendo) Pretensioso e presunçoso, show que marcou os dez anos da carreira de Giselle Rios, além de ser um fiasco em vendas, serviu para reiterar o motivo pelo qual a cantora não faz mais sucesso. Nem a simpática e talentosa Ivete Sangalo foi capaz de alavancar o evento da arrogante e decadente filha do empresário Laerte Rios. (joga o notebook no chão e grita) Ah, QUE ÓDIO!!!          ANA ALICE – (vai pegar o computador no chão) Giselle, olha o que você fez! Isso custou caro! É lançamento! (percebendo que quebrou) Olha, não liga mais, tá vendo?          GISELLE – Para de drama, mãe, eu compro outro! Isso não importa agora. O que importa é que estão acabando comigo!          ANA ALICE – E você vai dar trela pro que um jornalista fala? Eles só falam mentira.          GISELLE – Não é só um jornalista, mãe! Quase todos estão detonando!          ANA ALICE – Você não pode deixar isso te abalar/          Laerte vem descendo as escadas.          LAERTE – Que gritaria é essa ai, meu Deus!          ANA ALICE – Giselle tá muito nervosa.          LAERTE – Ela está só constatando o óbvio. Que ela não é mais aceita pelo público.          GISELLE – (se levanta e encara o pai, quase chorando) Isso é tudo culpa sua, pai!          LAERTE – Minha? Como assim? Tá louca? Não tenho culpa se não gostam mais de você!          Giselle explode raiva e vai bater em Laerte, mas ele segura os braços dela, que corre pro seu quarto, chorando e gritando.          GISELLE – EU TE ODEIO, PAI!          LAERTE – (para Ana Alice) Essa garota precisa crescer. Parece uma adolescente mimada, uma criança que perdeu o brinquedinho. Eu mereço! (vai pra cozinha)          ANA ALICE - (vai atrás) Pera ai, Laerte.          CORTE RÁPIDO PARA/          Eles chegam na cozinha. Laerte pega água na geladeira enquanto ouve Ana Alice.          ANA ALICE – Você vai mesmo deixar de empresariar nossa filha?          LAERTE – Vou! Mas foi ideia dela.          ANA ALICE – Você não pode abandonar nossa filha assim, Laerte!          LAERTE – Tô abandonando ninguém. E como eu falei, foi ela que quis. Tenho até que preparar a rescisão. Ela devia me agradecer por eu não cobrar multa pela quebra do contrato.          ANA ALICE – Você não teria coragem de fazer isso.          LAERTE – Até que teria... (pausa) Mas só pensar no escândalo que ela iria fazer, já desisto da ideia.          ANA ALICE – Nem sei por que vocês têm que fazer contrato. Ela é sua filha.          LAERTE – Você é burra em, Ana Alice! Negócio é uma coisa, família é outra. Eu hein!          Ele sai, deixando a esposa magoada. Ana Alice vai em seguida.          CORTA PARA/ CENA 4/ INTERIOR/ DIA/ MANSÃO RIOS/ QUARTO DE GISELLE          Plano geral do luxuoso quarto de Giselle, com lindos móveis, várias fotos antigas dela, com outros artistas e certificados de vendas nas paredes.          Ela está de bruços e chorando na enorme cama. Ana Alice entra.          ANA ALICE – (senta na cama) Filha... Para com isso...          GISELLE – Sai daqui, mãe...          ANA ALICE – Tá certo que seu pai é um grosso, mas você não pode ficar assim, chorando igual uma criança.          GISELLE – (se vira pra Ana Alice) Mãe, minha carreira é a coisa  mais importante da minha vida! E eu preciso recuperar tudo que eu perdi! Mas o meu pai só me inferniza... Só complica minha vida... (volta a chorar)          ANA ALICE – Vendo seu estado, acho que é melhor mesmo vocês não trabalharem mais juntos...          GISELLE – Eu já tô cuidando disso.          ANA ALICE – Que bom, filha! Então para de chorar como uma adolescente que perdeu o namoradinho.          GISELLE – Tô perdendo coisas muito mais importantes que isso...Você não entende. Me dá licença, preciso ficar sozinha, me recompor. Daqui a pouco tenho um almoço com o Aristóteles.          ANA ALICE – Quem é esse?          GISELLE – Meu novo empresário!          CORTA PARA/ CENA 5/ EXTERIOR/ DIA          Sonoplastia: Assim que se faz (Luciana Melo)          Imagens da Ilha do governador. Manhã de domingo pouco movimentada. Vemos a padaria de Terezinha aberta e um táxi para na frente.          CORTE RÁPIDO PARA/ CENA 6/ INTERIOR/ DIA/ PADARIA DA TERÊ          Terezinha fecha a conta de uma cliente no balcão.          TEREZINHA – (simpática) Muito obrigada, dona Sueli! Manda um abraço pro seu Joaquim!          A cliente sai, e da fachada, vemos o táxi dando partida, e Tarcísio (19 anos, pele branca, cabelos lisos e castanhos, visual moderno pra época) entra na padaria, com uma mochila e uma pequena mala. Teresinha sai de trás do balcão, surpresa.          TEREZINHA – Tarcísio! Não tava te esperando, menino! Como tá grande em!          TARCÍSIO – Oi, tia. Eu sei que disse que vinha amanhã, mas mudei os planos. Tem problema?          TEREZINHA – Claro, que não! Saudade de você (abraça o sobrinho), era tão pequenininho quando te vi na última vez...          TARCÍSIO – Faz alguns anos, né. Como vão as coisas?          TEREZINHA – Tudo na perfeita ordem! E você, ansioso pra começar os estudos?          TARCÍSIO – Muito! Quero ir lá na faculdade amanhã, pra conhecer tudo! Mas agora o que eu quero mesmo, é tirar essa roupa e tomar um banho! 10 horas de ônibus de Patos de Minas até aqui no Rio! Tô morto!          TEREZINHA – Olha, tô sozinha aqui, então não vou poder sair, mas pode subir a escada aqui do lado. Kaio tá em casa.          TARCÍSIO – Obrigado, tia!          TEREZINHA – Bate bastante na porta que ele deve tá dormindo ainda.          TARCÍSIO – Beleza! CENA 7/ INTERIOR/ DIA/ QUARTO DE KAIO          Kaio está dormindo. Ao lado de sua cama, uma mesa de estudos repleta de livros de direito e um guarda roupas desarrumado. Ele acorda, assustado ao ouvir batidas na porta, se levanta, vestindo apenas uma cueca, e corre pra atender.          CORTE RÁPIDO PARA/ CENA 8/ INTERIOR/ DIA/ SALA DE ESTAR          Kaio abre a porta, ainda meio dormindo, e não reconhece Tarcísio.          KAIO – Quem é você?          TARCÍSIO – (olha Kaio de cima a baixo) Tarcísio, não tá lembrado de mim, primo?          KAIO – Nossa! Entra! Tu mudou muito! Cresceu...          TARCÍSIO – (vai entrando e põe sua mala no sofá) Pois é... (sem graça) Costuma atender as pessoas assim mesmo?          KAIO – (se olha) Eita, eu nem notei!          Kaio corre pro seu quarto. Tarcísio ri.          CORTE RÁPIDO PARA/          Kaio volta pra sala, já vestido.          KAIO – Eu acordei assustado, to meio dormindo ainda...          TARCÍSIO – Ih, relaxa! Eu que tava errado de interromper seu sono. Na verdade, eu ia chegar só amanhã!          KAIO – Mas minha mãe já deixou o quarto arrumado pra você.          TARCÍSIO – Sua mãe é ótima! Preciso de um banho agora.          KAIO – (aponta pro corredor) O banheiro e na primeira porta. Vou pegar uma toalha pra você!          TARCÍSIO – Valeu primo.          CORTA PARA/ CENA 9/ INTERIOR/ DIA/ CASA DOS OLIVEIRA/ COZINHA          Vestindo um pijama, Camila vem de seu quarto, bocejando e pega uma água na geladeira. Fica pensativa ao tomar a água.          Insert CENA 14, Capitulo 03.          Eles acabam de cantar, riem e se abraçam. Suas bocas se aproximam por alguns segundos, mas Camila desvia.          CAMILA – Bruno, ficou maravilhosa!          BRUNO – Não é? A gente compõe melhor juntos.          CAMILA – Vamos procurar algum barzinho pra tocar, compor mais?          BRUNO – (se aproxima) Vou amar fazer isso com você. (provocante) Aliás... Não só isso.          CAMILA – (fala baixinho) E mais o que?          Os dois se olham por instantes, suas bocas se aproximam novamente e o beijo finalmente acontece, seguido por caricias intensas. Bruno joga no chão os papeis que estavam na cama se deita com Camila, e continuam com os beijos apaixonados.          Fim do insert.          Camila guarda a água, vai em direção da sala e se surpreende ao ver sua mãe dormindo no sofá, novamente.          CAMILA – Mãe, que isso?          OLINDA – (acorda, atordoada) Oi filha...          CAMILA – Quando eu cheguei ontem, a senhora não tava ai. Não vai me dizer que o Jurandir/          OLINDA – (corta) Calma, Camila. Eu que vim pra cá, ver um pouco de tv, a acabei dormindo...          Camila se senta ao lado da mãe e pega em suas mãos.          CAMILA – Mãe, a senhora tá mentindo pra si mesma. É um absurdo isso! Eu não entendo por que você insiste nessa história... Você não precisa do Jurandir pra nada. A gente pode viver muito bem sem ele, e mesmo assim você insiste nesse casamento...          OLINDA – Pera aí, Camila, a gente tem uma história juntos. Ele me ajudou quando eu tava sozinha, com você recém-nascida nos braços.          CAMILA – Isso foi a 20 anos atrás, mãe. E agora? Se você conhecesse ele hoje, você se casaria com ele?          OLINDA – Camila... É diferente.          CAMILA – Não é nada! A senhora tá suportando isso sem precisar. Ele já provou muitas vezes que não é bom pra senhora, que ele não presta.          Jurandir vem do quarto.          JURANDIR – Que bonito, Camilinha! Me botando contra sua mãe.          CAMILA – Tô, e com toda razão! Alguém precisa abrir os olhos dela.          JURANDIR – Sua mãe me ama!          CAMILA – Não, Jurandir, minha mãe te suporta, só isso! E eu não consigo entender o porquê.          JURANDIR – Não é por nada não... É só por que ter ajudado ela a te criar, ter chegado na vida dela quando ela tava abandonada, sem rumo. Ajudei ela a comprar essa casa e dar conforto pra você, mesmo você não sendo minha filha!          CAMILA – Nossa! Salvou nossas vidas! Eu até reconheço que você ajudou, Jurandir, mas eu tenho certeza, que minha teria garra suficiente pra me dar o mesmo conforto. Por que ela assim, guerreira, até hoje! E ainda tem que segurar a barra de viver com você.          JURANDIR – Você quer apanhar depois de velha, Camila?          OLINDA – (corta) Encosta um dedo nela pra você ver, se eu não/          JURANDIR – (corta) Vai fazer o que? Em Olinda? Fala!          CAMILA – (avança em Jurandir) Eu é que vou fazer! (Olinda a segura)          OLINDA – Vai fazer nada, Camila! Vamo é parar de briga, pelo amor de deus! Todo dia isso, não aguento mais!          Brenda vem do seu quarto, triste.          BRENDA – Nem eu...          CAMILA – Pois, é... Culpa de quem?          JURANDIR – De você, que só/          OLINDA – (corta) Cala a boca, vocês dois! Vai pro seu quarto, Jurandir. E você, Camila? Tem nada pra fazer não? (vai até Brenda e a beija no rosto) Bom dia, minha preciosa. Vamos lá com a mãe comprar pão na Terezinha, vamos?          BRENDA – Vamos...          OLINDA – Só vou dar uma lavada no rosto, troca essa roupa. Vai também, vai.          Brenda sai e Olinda fala baixo pra Camila e Jurandir.          OLINDA – Vocês vão parar de vez com essas discussões! Ouviram? Tão deixando a Brenda triste.          JURANDIR – Tá achando que sou seu filho pra receber ordem sua?          OLINDA – Não, mas vocês vão me obedecer!          Olinda determinada, Jurandir e Camila vão para seus quartos.          CORTA PARA/ CENA 10/ EXTERIOR/ DIA/          Já arrumadas, Olinda e Brenda caminham de mãos dadas pelo bairro.          BRENDA - Mãe, a senhora gosta do meu pai?          OLINDA – (desconcertada) Ué, tá perguntando isso por que, filha?          BRENDA – É obvio né, mãe. Vocês não se dão bem, e a Camila fica falando aquelas coisas...          OLINDA – Filha, a Camila e o Jurandir não se gostam desde sempre, não adianta. Você não pode ficar escutando a Camila. Seu pai te ama, e me ajudou muito.          BRENDA – Mas não ajuda mais né.          OLINDA – Você sabe que ele não pode fazer muita coisa...          BRENDA – Eu sei... (pausa) Mas eu concordo com a Camila, acho que é ele o culpado das brigas lá em casa... E que a senhora só suporta ele.          Olinda fica sem reação.          CORTA PARA/ CENA 11/ EXTERIOR/ DIA          Sonoplastia: Oops...I did it again (Britney Spears)          Takes aéreos da praia de Copacabana. Famílias e amigos caminhando no calçadão. Na cobertura de um prédio há um luxuoso restaurante, com uma linda vista para o mar.          CORTE RÁPIDO PARA/ CENA 12/ INTERIOR/ DIA/ RESTAURANTE          Giselle caminha entre mesas, procurando uma pessoa, até avistar Aristóteles (42 anos, pele parda, cabelos brancos e lisos, sotaque português), sentado sozinho. Ela se aproxima e ele se levanta. Fim do áudio em fade out.          GISELLE – Bom dia!          ARISTÓTELES – É um prazer conhecer a maior diva dos anos 90 desse país! (beija as mãos dela)          GISELLE – Fui mesmo, querido.          Os dois se sentam.          GISELLE – Me desculpe por marcar esse nosso encontro justamente num domingo, mas eu estou com muita pressa!          ARISTÓTELES – Não há problema nenhum! Também estou com pressa, pra devolver a você o posto de maior diva desse país! Tenho vários planos infalíveis!          Giselle fica animada.          CORTA PARA/ CENA 13/ INTERIOR/ DIA/ APTO. DE MARISA/ QUARTO          O quarto de Marisa e moderno e com uma enorme janela, onde podemos ver ao fundo o cristo redentor. Ela está ainda de pijamas, na cama, com seu computador. O telefone celular toca.          MARISA – Alo? Armando?          CORTE RÁPIDO PARA/ CENA 14/ INTERIOR/ DIA/ APTO. DE ARMANDO          Continuação imediata da cena anterior. Armando, o diretor do “POP +” ao telefone com Marisa.          ARMANDO – Marisa, eu sei que hoje é domingo e não tem gravação, mas é uma notícia bombástica. Um jornalista da emissora conseguiu um áudio da Giselle Rios detonando a Ivete Sangalo. Além disso ela criticou o carnaval e falou mal dos nordestinos. A gente vai exibir isso com exclusividade no “POP +”! Vai ser estouro de audiência!          Armando eufórico. FIM DO CAPÍTULO  

No próximo capítulo...

Aristóteles sugere mudanças na carreira de Giselle. Marisa e Armando discutem. Olinda desabafa com Terezinha. Ana Alice é agredida. Tarcísio e Kaio saem juntos. Camila tem a grande chance de entregar sua música á Laerte. O programa de Marisa dá uma notícia bombástica.

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Cap. 1 Capítulo 1 Cap. 2 Capítulo 2 Cap. 3 Capítulo 3 Cap. 4 Capítulo 4 Cap. 5 Capítulo 5 Cap. 6 Capítulo 6 Cap. 7 Capítulo 7 Cap. 8 Capítulo 8 Cap. 9 Capítulo 9 Cap. 10 Capítulo 10 Cap. 11 Capítulo 11 Cap. 12 Capítulo 12 Cap. 13 Capítulo 13 Cap. 14 Capítulo 14 Cap. 15 Capítulo 15 Cap. 16 Capítulo 16 Cap. 17 Capítulo 17 Cap. 18 Capítulo 18 Cap. 19 Capítulo 19 Cap. 20 Capítulo 20 Cap. 21 Capítulo 21 Cap. 22 Capítulo 22 Cap. 23 Capítulo 23 Cap. 24 Capítulo 24 Cap. 25 Capítulo 25 Cap. 26 Capítulo 26 Cap. 27 Capítulo 27 Cap. 28 Capítulo 28 Cap. 29 Capítulo 29 Cap. 30 Capítulo 30 Cap. 31 Capítulo 31 Cap. 32 Capítulo crossover NOVO
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