Na mansão Brito de Carvalho...rnrnApós receber a ligação de Carla, Maria Estela sobe até seu quarto e procura pelo seu diário.rnrn
Maria Estela: - Maldição! Onde está? Onde está? –a megera se desespera quando não encontra o diário.rnrnO telefone toca novamente e ela corre para atender.rnrn
Maria Estela: - Alô! Quem é?rnrn
Carla: - Aposto que você já deve ter ido procurar o diário não foi?rnrn
Maria Estela: - É dinheiro que você quer? Eu tenho muito dinheiro.rnrn
Carla: - Agora você tá falando a minha língua Maria Estela.rnrn
Maria Estela: - Quem te deu esse diário? Foi a Ofélia não foi?rnrn
Carla: - Não interessa não madame.rnrn
Maria Estela: - Quanto você quer? 500 mil pelo diário.rnrn
Carla: - Só isso? Mas o que tem aqui vale muuito dinheiro pra não ser revelado.rnrn
Maria Estela: - Diz logo! Quanto você quer?rnrn
Carla: - Cinco milhões, dois em espécie e o restante na minha conta e sem gracinha.rnrn
Maria Estela: - Impossível!rnrn
Carla: - Ah é possível sim ou então todo mundo vai ficar sabendo o que dona Maria Estela Brito de Carvalho fez para subir na vida, seria um escândalo!rnrn
Maria Estela: - Tá bem, me dá uns dois dias, vou levantar os dois milhões em espécie.rnrn
Carla: - A senhora entendeu direitinho. –risos.rnrn
Maria Estela: E onde eu vou entregar o dinheiro e pegar o que é meu?rnrn
Carla: - Estou num hotelzinho aqui no centro, anota o endereço aí dona.rnrnMaria Estela anota o endereço onde Carla está.rnrn rnrn rnrn
No prédio onde Carolina mora...rnrnAlexandre está transtornado e com uma arma apontada para a cabeça de Carolina.rnrn
Marcelo: - Solta minha irmã Alexandre, você vai ser preso.rnrn
Alexandre: - Eu vou preso sim, mas eu te mando pro inferno primeiro.rnrn
Carolina: - Não Alexandre, por favor! Eu vou com você.rnrnO segurança contratado por Marcelo aparece apontando a arma para Alexandre.rnrn
Segurança: - Solta a arma cara!rnrn
Marcelo: - Não atira, por favor! – dirigindo-se ao segurança.rnrn
Carolina: - Vamos embora Alexandre, vamos!rnrn
Alexandre: - A gente vai amor, mas antes... –Alexandre empurra Carol para trás e dispara contra Marcelo.rnrnO segurança imediatamente atira em Alexandre.rnrn
Carolina: - Não! –Carol corre para perto do irmão.rnrnAlexandre cai, tenta falar alguma coisa e apaga.rnrnUma aglomeração de pessoas começa a se formar ao redor do ocorrido.rnrn
Carolina: - Meu irmão, fala comigo.rnrn
Marcelo: - Eu tô bem mana, a bala pegou no meu ombro, vou ficar bem. E o Alexandre?rnrn
Segurança: - Eu sinto muito, ele não tá mais respirando.rnrn
Carolina: - Meu Deus! Que tragédia! Porque teve que ser assim?rnrn
Segurança: - Tô ligando pro socorro dona Carolina, aguenta firme seu Marcelo.rnrn rnrn
No cortiço...rnrnDulce ainda estava bastante triste com toda a situação de Carla.rnrn
Dulce: - Será que Carla vai ficar bem Liginha?rnrn
Ligia: - Vai sim tia, a Carla sabe muito bem se virar.rnrn
Dulce: - Ela nos disse coisas horríveis, mas sabe, ainda tenho lembrança dela menina, sempre arteira e você sempre muito responsável.rnrn
Ligia: - Não queria que as coisas tivessem sido dessa forma, lá no fundo eu gosto dela tia, pela lembrança dos bons momentos de infância.rnrn
Dulce: - Eu vou rezar pra Nossa Senhora de Aparecida olhar por ela.rnrn
Ligia: Vai sim tia, daqui a pouco o Edu tá vindo me buscar.rnrn
Na lanchonete Elvis...rnrnBilly e Ingrid chegam do passeio de moto.rnrn
Ingrid: - Que sensação de liberdade não é?rnrn
Billy: - Sim, é maravilhosa.rnrn
Ingrid: - Adorei o passeio, devia ter chamado antes.rnrn
Billy: - Fiquei com medo de você não gostar.rnrn
Ingrid: - Que nada, adoro essas aventuras, e o melhor de tudo foi a sua companhia.rnrn
Billy: - Eu que tenho sorte de uma mina tão linda assim dá bola pra mim.rnrn
Ingrid: - Bobo! –risos.rnrnChega uma mensagem no celular de Ingrid, era Carol avisando que Marcelo havia levado m tiro.rnrn
Ingrid: - Ai meu Deus! Eu preciso ir!rnrn
Billy: - Mas o que foi?rnrn
Ingrid: - Marcelo levou um tiro, foi levado pro hospital!rnrn
Billy: - Então sobe aí que eu te levo lá!rnrnOs dois saem em direção ao hospital.rnrn rnrn rnrn
De volta à mansão Brito de Carvalho...rnrnEduardo chega à mansão acompanhado de Vicente e Ligia e Maria Estela estranha.rnrn
Maria Estela: - O que significa isso? O que esse traidor do Vicente faz aqui Eduardo?rnrnSônia vem descendo as escadas e responde a pergunta da sogra.rnrn
Sônia: - São meus convidados Maria Estela, algum problema?rnrn
Maria Estela: - Nenhum, afinal de contas são todos da mesma espécie! Se me dão licença!rnrnMaria Estela sai da sala de estar com uma bolsa, parecia ir a algum lugar.rnrn
Sônia: - Perdoem o mal jeito de minha sogra, ela não é uma pessoa fácil. Como vai Vicente?rnrn
Vicente: - Conheço dona Maria Estela, estou bem Sônia, eu ainda lamento muito a perca do meu estimado amigo Inácio, apesar de tudo, sei que ele foi levado pelas mentiras de Maurício.rnrn
Sônia: - Sim, com certeza, Inácio gostava muito de você, nem tenha dúvidas. E você deve ser Ligia?rnrn
Ligia: - Isso mesmo, muito prazer dona Sônia!rnrn
Sônia: - Pode me chamar de Sônia.rnrn
Eduardo: - Bom Vicente, minha mãe e eu te chamamos aqui mais para uma conversa informal, temos uma proposta para você.rnrn
Vicente: - Tudo bem podem falar.rnrn
Sônia: - Vicente, eu juntamente com o Edu detemos 75% das ações da construtora e como o conselho está bastante desfalcado precisamos nomear um novo presidente para a construtora, queremos você.rnrn
Vicente: - Eu não sei o que dizer, fico muito feliz, e é claro que estou a disposição da empresa.rnrn
Eduardo: - Então seja bem vindo meu caro, faremos uma reunião geral para anunciar seu retorno agora como presidente da BC Construtora.rnrnDepois de tantas injustiças, Vicente consegue seu emprego de volta e agora melhor.rnrn rnrn
Alguns dias depois...rnrnNa delegacia onde Maurício está preso, ele recebe uma visita.rnrn
Agente: - Ei doutor! Tem visita, se adianta aí!rnrn
Maurício: - Quem é?rnrn
Agente: - Vê se eu sou teu moleque de recado rapá, anda logo.rnrnAo entrar na sala de visitas, Maurício tem uma grande surpresa.rnrn
Maurício: - Você?rnrn rnrn
Num pequeno hotel, no centro da cidade...rnrnMaria Estela estaciona o carro e desce com uma maleta na mão e a bolsa na outra.rnrn
Maria Estela: - Que pulgueiro. –com desdém.rnrnA megera sobe até o quarto onde Carla está hospedada e bate na porta.rnrnCarla abre a porta com um sorriso enorme no rosto.rnrn
Maria Estela: - Eu não acredito nisso.rnrn rnrn rn
Fim do Capítulo
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