No final de tarde, Luiz sai e vai ao encontro de Dyana , sem que sua mãe saiba.
Quando chega lá pede que Valter a chama. . .
VALTER: Dyana, Luiz quer falar com você!
DYANA: Luiz. . . .
Dyana sai correndo e vai ter com Luiz.
DYANA: Luiz, meu amor! Que bom que você veio.
( Se abraçam)
LUIZ: Temos que conversar Dyana.
DYANA: O que você está pensando?
LUIZ: Está tudo muito recente. Meu pai morreu. Minha mãe está muito abalada.
DYANA: Foi tudo um incidente.
LUIZ: Sim , eu sei. mas, afinal meu pai foi morto pelo seu. Mesmo meu pai estando errado e o seu com a razão. dói muito em nós. Só o tempo irá curar isso.
DYANA: Já entendi. Você quer terminar com nosso namoro.
LUIZ: Vamos dar um tempo até que minha mãe se controle e possa aceitar nosso amor.
Dyana sai correndo e chorando e vai para dentro de casa. Sônia então vai até o rapaz e . . .
SÔNIA: O que está acontecendo Luiz?
LUIZ: Ah, dona Sônia, a vida nos prega muitas peças ora nos levam a intensa alegria, ora a grandes sofrimentos. É o que eu e Dyana estamos vivendo no momento : grandes dores e sofrimentos.
SÔNIA: Sim, mas tudo é passageiro. A vida a de conto ar esta situação e tudo se acertará.
LUIZ: Minha mãe não aceita mais o meu casamento com Dyana.
SÔNIA: Essa atitude dela é compreensível , ela a de entender e voltar atrás, a gente também não queria estar vivendo estes momentos, mas você a de convir que foi seu pai o causador de tudo isto.
LUIZ: Sim . Tenho consciência disso dona Sônia.
SÔNIA: Bom, agora é dar tempo ao tempo. . . E amanhã pela manhã, quero que você venha aqui para juntos acertar com os trabalhadores. Pagarei a eles com cheques, para não ter que trazer o dinheiro para casa e correr o risco de outro assalto.
LUIZ: Tudo bem virei sim.
SÔNIA: Convença a sua mãe a estar junto para realizar o pagamento. Afinal somos todos sócios dos negócios da fazenda.
Luiz reto a angustiado para sua casa.
Como de costume, Bento e Rosa visitam dona Terezinha, sempre à tardinha.
ROSA: Boa tarde dona Terezinha. Estamos chegando.
D. TEREZINHA: Pode chegar, mas não façam barulhos, para não acordar Aparecida. Só agora ela dormiu.
ROSA: Tudo bem dona Terezinha. Não faremos barulhos.
D. TEREZINHA: Os amigos já têm novidade sobre seu Pedro?
BENTO: Tudo que sabemos é que em breve ele será solto.
D. TEREZINHA: Bem que avisei, mas niguem acreditou em mim. Foi aquele homem do olho ruim que roubou o dinheiro aquele dia na casa de seu Pedro.
BENTO: É dona Terezinha, mas ninguém esperava que seu Camilo faria isso com seu amigo Pedro.
Quando estão se despedindo de dona Terezinha, Valter que está vindo do serviço, reto a com seus pais para casa.
VALTER: Como estão meus velhos?
ROSA: Tudo bem meu filho.
BENTO: Tem alguma novidade filho?
VALTER: Sim, amanhã dona Sônia e Luiz irão pagar a todos os trabalhadores da lavoura.
BENTO: Que bom. Esse povo está precisando mesmo do dinheiro.
No dia seguinte, logo ao amanhecer.
Na casa de Santa.
LUIZ: Bom dia mamãe.
SANTA: Bom dia filho: LUIZ: A senhora irá comigo para efetuar o pagamento aos trabalhadores.
SANTA: DE jeito nenhum. Não quero contato com aquela gente. . . Assim que fizer sua obrigação, volte logo para casa.
LUIZ: Mamãe acalme seu coração. O errado nesta história foi meu pai e não seu Pedro. Meu pai agiu de má fé.
Santa apenas ouviu e deu as costas para oi filho. Luiz, seguiu então para a casa de seu Pedro. Ao chegar lá todos estavam esperando por ele, para receber o pagamento.
Então se organizaram e todos receberam o seu pagamento.
Cida e Florina saem a caminhar pelo pátio e encontram com dona Terezinha que trazia em seus braços sua boneca Aparecida. Ao ser cumprimentada por Florina. . .
CIDA: Bom dia dona Terezinha. Tudo bem?
D. TEREZINHA: Tudo bem.
CIDA: Olha minha amiga Florina.
FLORINA: Bom dia dona Terezinha.
D. TEREZINHA: Não! De novo não. Mulher má você não vai levar minha filha de novo.
Dona Terezinha sai às pressas.
CIDA: Espera dona Terezinha.
FLORINA: O que houve com ela?
CIDA: Ela é assim mesmo tem sua mente perturbada.
Cida e Florina seguem caminhando.
COSME: As atitudes de dona Terezinha nunca são entendidas e acreditadas.
DAMIÃO: Será que ela não tem razão sempre.
CONTINUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .