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Por Amor
Capítulo 11 de 24
Capítulo 11
✍️ Marcelo Maia ·📅 28 Feb. 2018 ·👁 0 leituras

Do Autor

Marcelo Maia

Colaboração

Tiago Santos

NO CAPÍTULO ANTERIOR... GIL – Que gritaria era aquela ontem anoite? ROSA – O teu filho cabra... Ouvi o nome da Dora, fiquei doida de raiva. GIL – Ele voltou com aquela doida? ROSA – Ave Maria, fala isso não peste... Era só um comentário com as perturbadas... GIL – Deixa eu te contar visse, quando fui no mercado com Raul, vimos uma senhora... Ela teve uma visão com ele... Disse que um novo amor está surgindo. ROSA – Novo amor?... Como assim? GIL – Só o tempo irá dizer... CENA 01 – HOSPITAL/ QUARTO ISABEL/ INT./ DIA. Entrando o DR. JORGE, no quarto de Isabel.
  1. JORGE – Observa Isabel – Como você é linda moça... É uma pena está nessa cama.
No silêncio total do momento, Isabel não está morta, entretanto não dá um sinal de vida. Aquilo era preocupante, pois a batida não foi das mais fortes. Mas continua sendo deliciado o estado da mesma.
  1. JORGE – Tenho certeza que você vai sair dessa o mais rápido possível...
Isabel, em um toque de paz meche as mãos… Tudo em câmera lenta. Mas o Doutor vê, e imediatamente sorri. Pois acredita na melhora da jovem Bel.
  1. JORGE – sorri feliz – Você está viva... Meu deus!! Darei minha vida para você ficar melhor... Quero te ver bem! – Pega na mão de Isabel, com um toque de amor!
CENA 02 – ESCOLA/ SALA DE AULA/ INT. DIA Luana e Su chegam na sala e notam o clima tenso e sem muita movimentação. JAQUELINE — Professoras, como está a professora Isabel? Ela melhorou? Su e Luana quase não conseguem falar, e se mantém quietas diante da pergunta, e antes que falem Diogo interrompe. DIOGO — A professora Isabel não está bem né? Luana fazendo jus a sua fama de dura e se manifesta. LUANA — Meninos, as visitas foram proibidas justamente pela Isa estar em observação. Mas o quadro que antes era estável, agora piorou. PAMELA — O que querem dizer com isso? Nossa professorinha não pode morrer, muito menos com aquela roupa brega de hospital que parecem cortinas transformadas em vestido. É o fim! (Escandaliza) AMANDA — O assunto é sério querida, fecha essa sua boca e guarde pelo menos durante essa situação seus conselhos de moda pra você. IRÃ — Isso aí Amandinha, o foco aqui é a tia Isabel, nossa professorinha enferma. LUIZ — Tia cara? Pelo amor… ela não está enferma, infelizmente é bem pior. Por mais que doença seja uma maldição também. —Ele se põe pensativo. SU — Meninos se acalmem, por favor, amamos a Isabel também, assim como qualquer pessoa que tem o enorme prazer de tê-la de alguma forma em sua vida. Mas não podemos fazer nada infelizmente. A Bel vai sair dessa. Os meninos são tomados pela comoção e também caem em prantos. Luiz se segura. CENA 03 – ESCOLA/ SALA DOS PROFESSORES/ INT. Su, e Luana entram na sala no horário de intervalo. SU – Amiga, estava pensando em ir visitar o Biel... O que você acha? LUANA – Perfeito!! Assim ele não ficará sozinho... Vamos mostrar interesse em cuidar dele pela nossa amiga. SU – Sempre por ela Lu, eu não quero que ela fique triste por que não cuidamos dele. LUANA – Ótimo, vamos comprar uma lembrancinha pra ele! O que acha? SU – Perfeito! Ele merece. Deve estar sentindo muita falta dela. LUANA – Eu também estou! SU – Vamos visita-la amanhã? LUANA – Sim, mas primeiro, vamos ao restaurante falar com o pai dela, pode ser? SU – Vamos levar flores... LUANA – Eu sinto tanta falta dela. RUI – Entra na sala e ouve a conversa – Eu também sinto... SU – Conseguiu visitar ela? RUI – Olha para SU – Não... – Saindo da sala. LUANA – Para e observa SU – É isso mesmo? SU – O que?... LUANA – Você não o odeia? SU – Continuo não gostando... Mas só o respondi! Nada demais! OU não pode? LUANA – Sorrindo – Eu não disse nada amiga... Só queria saber mesmo ou entender... SU – Deixa isso pra lá! Vamos focar na nossa amiga e a lembrança para o Biel. LUANA – Verdade!! CENA 04 – MANSÃO DOS GUERRAS/ INT./ ESCRITÓRIO/ TARDE. Julia, adentrando o escritório da mansão... JULIA – Me chamou tia? LUBY – Sim, temos muito que conversar! JULIA – Referente a que? LUBY – Senta minha querida... E depois te explico melhor! JULIA – Licença – Senta-se – Pronto... O que quer minha tia? LUBY – Simples... Eu preciso que você case o mais rápido possível com Make. JULIA – Vamos nos casar, mas ele é bem tradicional. Primeiro vamos noivar... LUBY – Sorrindo – Noivar Julia... Pula essa parte! Saia deste clichê de novela!! Casa logo com meu filho! JULIA – Porque tanta presa minha tia? LUBY – Meu plano está indo melhor do que imaginava... Agora esse é o último passo para conquistar tudo. JULIA – Esse plano eu não sabia? LUBY – Mas em breve vai saber minha querida... Só faça o que mando... Você não irá se arrepender!! Te garanto... JULIA – Vou conversar com ele... LUBY – Conversar não... Quero casamento!! Não aceito menos que isso!! Estamos conversadas? – Sorrindo. JULIA – Estamos... LUBY – Ótimo. Aproveitando querida, preciso da sua ajudinha de novo! JULIA – Certeza?... Não acha melhor... LUBY – Acho sim, mas você vai fazer!!! Não vai? – Fixa o olhar em Julia. JULIA – com medo – Sim... Só me dizer!! LUBY – Termina o serviço que a vida não se encarregou de fazer! JULIA – Qual? LUBY – Vá até o hospital visitar a maldita da Isabel e acabe com ela... Logico, sem deixar rastros. JULIA – Mas como eu vou fazer isso? LUBY – Darei uma injeção letal a você. Você leva até o hospital e lá você se vira... Mas tudo isso quando eu estiver no navio. Quando voltar, quero participar  da triste noticia... JULIA – Assustada – É muito arriscado fazer isso? LUBY – Sorrindo – Já fizemos coisas piores, quer que eu te lembre querida? JULIA – OK... Farei conforme você está me pedindo... LUBY – Ótimo... Espero que dê tudo certo!! Porque se você vacilar desta vez, vai sobrar pra você! Julia, fica apavorada. LUBY – SORRINDO ALTO. CENA 05 – MANSÃO DE BRANCA/ SALA/ INT./ TARDE. ESPERANÇA – Entra correndo – Dona Branca, cadê você? BRANCA – Oi... ESPERANÇA – Que diabo é isso na sua cara? BRANCA – Uma mascara. Porque? ESPERANÇA – Carnaval? BRANCA – Sorrindo – Não esperança... é para pêle mesmo! ESPERANÇA – sorri – Entendi... mas enfim!! Descobri algumas coisas na casa da bruxa. BRANCA – O que você descobriu?... Diz mulher! ESPERANÇA – Ouvi pouco tá... Mas pelo que entendi a Lubyanka vai viajar, e mandou eliminar a Isabel. BRANCA – Pasma com o que ouve – Cê tá falando a verdade? ESPERANÇA – Foi isso que eu ouvi... Agora com quem ela dava falando não dava para entender... BRANCA – Você tem que ficar de butuca... Preciso descobrir o real segredo dessa maldita... E não vou deixar ela matar a Isabel. ESPERANÇA – Faça isso. Ela não pode morrer!!! Eu criei aquela garota... Eu amo ela como filha... BRANCA – Eu tenho certeza que sim! ESPERANÇA – Vamos se unir e não deixá-la fazer isso!! Tudo que eu ouvir naquela mansão eu te falo. BRANCA – Essa maldita tem que pagar pelo que fez... Chega!!! Ela pensa que é dona do mundo é?! CENA 06 – HOSPITAL/ RECEPÇÃO/ INT./ COMEÇO DE NOITE.   Aos gritos, Dora queria entrar de qualquer forma no Hospital. SEGURANÇA – Senhora, eu não posso permitir a entrada... DORA – Alterada – Eu vou entrar, nem se for preciso eu derrubar esse hospital. – Adentra o hospital e caminha até a recepção. SEGURANÇA – Comenta com o colega – Chame a polícia. NA RECEPÇÃO. DORA – Quero ir ao quarto da Isabel, qual é, por favor? RECEPCIONISTA – A senhora quem é? DORA – Senhora está no céu querida... RECEPCIONISTA – Procedimentos de praxe. DORA – Eu quero saber o quarto daquela assassina. RECEPCIONISTA – Assassina por quê? DORA – Ela tentou me matar... Você não sabia! RECEPCIONISTA – Mas a senhora está viva... Não está? DORA – Gruda no balcão e fala para Recepcionista – Você tá brincando com a minha cara sua imprestável... Me fala agora o quarto daquela vadia... Se não vou entrar de quarto em quarto. RECEPCIONISTA – Caso a senhora faça isso, iremos chamar a polícia... Sabe que podemos até lhe processar né. Aqui é um hospital. Pedimos silencia. DORA – Gritando – TÁ ME CHAMANDO DE BARRAQUEIRA NA CARA DURA SUA INUTIL. RECEPCIONISTA – Senhora peço respeito!! DORA – Sorrindo – Respeito é o caramba... RECEPCIONISTA – OK senhora. Mas você só pode entrar no quarto se for da família. Não liberamos a entrada para qualquer pessoa! DORA – Sorrindo – Lixo... – Caminha adentrando os corredores do hospital... Eu vou te encontrar sua maldita! Abrindo quarto por quarto. Dora continua nervosa e atrás de Isabel... Até que acha o quarto! DORA – Abrindo a porta – Olha, achei você maldita! Não tá podendo falar será? – Se aproxima e vê Isabel totalmente intubada. – Sabia que não estou com dó de você! Você merece está aí... – sorrindo – Você é doente sua vagabunda... Quis me matar para roubar meu homem. É isso mesmo! – Se aproxima mais de Isabel – MEU HOMEM! (enfatiza)... Eu te mato sua desgraçada! Vagabunda safada! Entra os seguranças no quarto que imediatamente retiram DORA. Que aos gritos falava mal Isabel. DORA – MALDITAAA, DESGRAÇADA. EU VOU TE DESTRUIR!!!
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