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Por Amor
Capítulo 9 de 24
Capítulo 9
✍️ Marcelo Maia ·📅 23 Feb. 2018 ·👁 0 leituras

Do Auto nMarcelo Maiann 

Colaboração

Tiago Santosnn 

NO CAPÍTULO ANTERIORnn 

NIDO – Adentra o hospital correndo, com uma expressão de tristeza e chorando apoia-se no balcão e desaba em choro – ISABEL...nn nnnn nnCENA 01 – CONTINUAÇÃO IMEDIATA DO CAPÍTULO ANTERIOR.nn 

RECEPCIONISTA – Quem é Isabel senhor?

NIDO – Chorando – É minha filha... Foi um acidente de carro.

RECEPCIONISTA – Hoje? É isso?...

NIDO – Por favor, ajude minha filha...

RAUL – Vê o desespero do senhor NIDO – Senhor? – colocando a mão sobre o ombro do mesmo.

NIDO – Assustado – Você é médico, por favor, ajude minha filha. Eu amo demais a minha princesa.

RAUL – Comovido com o desespero do pai – Você é o pai da Isabel?

NIDO – Isso... Sou o pai dela. Como ela está? Aonde ela está?

RAUL – Eu estava na hora do acidente. Chamamos a samu... Não tenho muitas noticias ainda. Pediram para aguardar.

NIDO – Eu estou desesperado... Ela é tão delicada. Foi feio o acidente. – Começando a ficar calmo.

RAUL – Olha... Não vou mentir para o senhor. Não foi uma batidinha de leve não. Ela não está muito machucada, mas o airbarg do carro não foi acionado. Por isso desacordou na hora.

NIDO – Meu deus, minha filha... Eu amo demais ela! Ela não pode me deixar...

RAUL – Desesperado com o que ouve – NÃO, ela não vai nos deixar não!!

NIDO – Olha para o rapaz e imediatamente franze as sobrancelhas – Nos deixar? Afinal você é o que dela?

DE ALTA DO HOSPITAL, DORA CHEGA NO EXATO MOMENTO E DIZ:

DORA – ELE... Não é nada dela! Ele é MEU! – Enfatiza.

NIDO – Quem é você?

DORA – Prazer. – Estende a mão para NIDO e também tem o mesmo gesto – Me chamo Dora, sou a pessoas que a sua filha quis matar...

NIDO – Larga a mão de Dora e imediatamente questiona – Como assim quis matar?

DORA – Ahh você não sabia?... Ela estava dirigindo no celular...

RAUL – DORA!! – Chamando atenção.

DORA – Mas ele tem que saber a verdade meu amor... Não é senhor?

NIDO – Minha filha não quis matar  ninguém... Isso eu tenho certeza.

DORA – Sorrindo – Ah não?

NIDO – Não...

DORA – Então a culpa é minha? É isso?...

NIDO – Você não está bem?... Viva, e falando até pelos cotovelos... Então! Dê graças adeus. Já minha filha... Não tenho noticias...

DORA – Boa sorte pra vocês aí... Vamos Raul, chega de hospital por hoje.

RAUL – Não Dora, eu vou ficar, Chama um carro no aplicativo.

DORA – se exalta – Ficou loco é?... Prefere ficar com uma pessoa  que você não conhece?

RAUL – Eu a conheço...

DORA – Você vai comigo sim?... Você é meu marido!!

TODOS NO HOSPITAL OBSEVAM A BRIGA...

RAUL – Para de ser escandalosa, eu não sou mais seu marido... Vai embora logo! Já está de alta. Deixa eu ajudar quem precisa!

DORA – Sorrindo – Eu não preciso né?... Cínico.

RAUL – Dora chega, por favor!

DORA – Eu vou meu amor, mas agente precisa conversar.

RAUL – Tá bom Dora em outro momento conversamos Ok.

DORA – Feliz – Jura?

RAUL – Prometo!

DORA – Certo... Tchau pra vocês... Vou descansar! – Sai de cena.

NIDA – Perguntando para Raul – Ela é tão educada assim?

RAUL – Era pior. – OS DOIS SORRIEM.

RECEPCIONISTA – O senhor pai da Isabel?

NIDO – Sou eu!...

RECEPCIONISTA – O médico está lhe esperando, fim do corredor a esquerda.

NIDO – Obrigado... – Caminha rápido até a sala.nn nnCENA 02 – SALA DO MÉDICO/ INT.nn 

NIDO – Batendo na porta – Licença...n

    n
  1. JORGE – Toda!
  2. n
nNIDO – Como se chama?n
    n
  1. JORGE – Sou o Doutor Jorge... E o senhor?
  2. n
nNIDO – Nido... Meu nome é Nido, sou pai da Isabel! Por favor, me dê boas noticias...n
    n
  1. JORGE – Então... acabei de assumir o plantão... Estou com a ficha dela em mãos. Quem assinou foi a doutora Katia. Sente-se, por favor.
  2. n
nNIDO – Senta-se – Como está minha filha doutor.. Estou muito aflito.n
    n
  1. JORGE – Vai ficar tudo bem!
  2. n
nNIDO – Mas se... Como você diz isso com tanta certeza!n
    n
  1. JORGE – Não confia em deus? Não é um homem de fé?
  2. n
nNIDO – Sou... Sempre fui!n
    n
  1. JORGE – Então ela vai ficar bem!!
  2. n
nNIDO – Deus te ouça!n
    n
  1. JORGE – Acalmou o coração senhor?... Já já irei visita-la. E logo você terá noticias. Ok?
  2. n
nNIDO – Serei ete amente grato!nn nnCENA 03 – CONT. HOSPITAL/ RECEPÇÃO/INT.nn 

Entrando Rui, correndo e ofegante...

RUI – Oi, queria noticias de uma paciente?

RECEPCIONISTA – Nome, por favor?

RUI – Isabel Guerra... Ela deu entrada aqui hoje.

RECEPCIONISTA – Você é o que da vítima?... Parente?

RUI – Namorado!

Ao ouvir, Raul, lembra que a caminho do orfanato Isabel se dizia solteira. E enciumado imediatamente diz:

RAUL – Namorado?

RUI – vira-se – Sim, por quê?

RAUL – Ela me disse que era solteira!

RUI – Quem é você?...

RAUL – Sou um grande amigo dela. Que ajudou na hora que mais precisou!

RUI – Mas eu sou o namorado dela!

RAUL – Ela nunca falou de você! Estranho né?...

RUI – Estranho é você querer cuidar da minha vida! Não acha?...

RAUL – Sorrindo, olha fixamente nos olhos de RUI e sussurra – Sinto cheio de mentira!

RUI – Falou comigo rapaz?

RAUL – Não!!!

RUI – Ótimo. – vira-se novamente – Então... Posso vê-la.

RECEPCIONISTA – Infelizmente não... Neste momento ela está em cuidados médico.

RUI – Aos gritos – COMO EU NÃO POSSO VER MINHA NAMORADA?...

RECEPCIONISTA – Senhor é essas as informações que eu tenho. Não está liberada a entrada de ninguém!

RUI – OK! Senta no sofá da sala de espera. Fica frente à frente com Raul.nn nnCENA 04 – QUARTO/ HOSPITAL/ INT.nn n

    n
  1. JORGE, adentra o quarto em que Isabel está inte ada e imediatamente olha para moça. Foi amor a primeira vista!
  2. n
nNaquele momento o sentimento do médico foi deixado de lado. O rapaz pega na mão de Isabel, e observa o estado dela!n
    n
  1. JORGE – Eu vou te ajudar viu!! Estarei ao seu lado o tempo que for preciso!! – Se emociona.
  2. n
nA mesma está totalmente intubada, com diversos aparelhos pelo corto!nn nn** UM DIA DEPOIS...nn nnCENA 05 – MANSÃO DOS GUERRAS/ CLOSE/ INT. DIA.nn 

LUBY – No celular – Atende...

LIA – Alô?

LUBY – Lia, querida!! Como vai?

LIA – Lubyanka?

LUBY – A própria! Quanto tempo! Ainda morando em São Paulo?

LIA – Como conseguiu meu número?

LUBY – Quem tem dinheiro querida, tem tudo! Você deveria saber!

LIA - Foi a Julia né?... Sabia que ela iria me trair.

LUBY – Porque me odeia tanto?... O que eu te fiz?

LIA – Você quer mesmo que eu refresque sua memoria querida irmã?

LUBY – Você sabe que eu sou inocente!

LIA – Você fez o que fez e se julga inocente! Só pode tá brincando né?

LUBY – Tudo foi por amor!

LIA – Por dinheiro! Aquilo tudo foi por dinheiro! Você sabe mais que ninguém!

LUBY – Você também tem culpa... – LIA DESLIGA O CELULAR. – Maldita... Ela também tem culta! Não vou pagar por nada sozinha!nn nnCENA 06 – DELEGACIA/ INT. TARDE/ SALA DELEGADO.nn 

DELEGADO CARDOSO – Boa tarde...

DORA – É importe?

DELEGADO CARDOSO – Claro que é? Afinal tem uma pessoa acamada no hospital!

DORA – Mas eu não fiz nada... Como vocês viram, estava na minha mão e correta! Quem avançou o sinal vermelho não foi eu!

DELEGADO CARDOSO – Entendo, mas ocorreu um acidente certo?

DORA – Sim...

DELEGADO CARDOSO – O que não entendemos é porque você não quis prestar queira! Se você se diz correta!

DORA – Vai mudar alguma coisa se eu prestar a queixa?

DELEGADO CARDOSO – Sim, você estará no seu direito!

DORA – Sorrindo – Eu sempre estou no meu direito!... Mais quer saber, eu vou prestar sim. Quero abrir um b.o contra aquela maluca que quase me matou.

CLOSE EM DORA.nn nnnn nn -'' ''>-'.' ''>

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